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GERENCIAMENTO DE RISCOS E CAPITAL

Estrutura de Gerenciamento de Riscos e Capital

A BRK Financeira entende que a estrutura de gerenciamento de riscos é fundamental no processo de geração de valor da instituição.

Assim, implementou o processo de gestão de risco, levando em consideração a complexidade das suas operações, em conformidade com os normativos do Banco Central do Brasil.

A estrutura de gerenciamento de riscos da BRK Financeira e a atuação das áreas envolvidas encontram-se descritas no manual de Estrutura de Gerenciamento de Riscos e Gerenciamento de Capital.

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

O organograma em questão descreve somente as áreas mencionadas neste relatório.

GOVERNANÇA DE RISCOS

A área de Riscos é responsável pelos riscos de Crédito, Mercado, Liquidez, Operacional e Socioambiental.

A área de Compliance é responsável pela verificação da aderência dos normativos internos e externos, bem como implantação de novos processos, além de procedimentos referentes à Prevenção à Lavagem de Dinheiro.

A área de Controladoria, que também é responsável pelo planejamento de negócios e orçamento anual, possui a responsabilidade das atividades inerentes ao Gerenciamento de Capital.

Com periodicidade diária são realizadas reuniões com participação da Diretoria e representantes das áreas de Tesouraria e Riscos, nas quais se realiza o acompanhamento dos riscos de crédito e liquidez.

RISCO DE CRÉDITO

Risco de Crédito é a possibilidade de ocorrência de perdas decorrentes do não cumprimento dos contratos ou obrigações por parte do tomador ou contraparte.

O gerenciamento do risco de crédito é realizado de forma descentralizada.

O processo de concessão de crédito é realizado através do Comitê de Crédito, o qual é composto pela Presidência, Crédito e Comercial.

A área de Crédito realiza o acompanhamento da evolução do endividamento das empresas que possuem risco com a instituição e revisão de classificação de ratings (inclusive para questões de provisionamento).

A área de Riscos acompanha as posições diárias dos clientes, verificando o enquadramento das operações em relação aos limites legais, bem como realizando projeções futuras em relação ao enquadramento. Caso seja vislumbrado risco de possível desenquadramento, a Diretoria é prontamente alertada. A área também executa, continuamente, análise referente à possibilidade futura de alterações relacionadas à provisão para créditos de liquidação duvidosa.

Para o cálculo da parcela do Patrimônio Exigido de Referência (PRE) referente ao risco crédito, a BRK Financeira utiliza a Abordagem Padronizada (RWACPAD).

RISCO DE MERCADO

Risco de Mercado é a possibilidade de ocorrência de perdas decorrentes de flutuações que impactem o valor de mercado dos títulos e posições carregadas pela instituição.

A gestão de risco de mercado é efetuada pela área de Riscos através de monitoramento das posições detidas e daquelas aprovadas pela instituição.

A Tesouraria gerencia as carteiras “pré-fixado” e “pós-fixado” visando gerenciar o risco de mercado.

Para o cálculo da parcela do Patrimônio Exigido de Referência (PRE) referente ao risco mercado, a BRK Financeira utiliza a Abordagem Padronizada (RWAMPAD).

O cálculo do Risco de Mercado referente à carteira banking, é realizado levando-se em consideração o VaR Padrão.

RISCO DE LIQUIDEZ

Risco de Liquidez é a possibilidade de ocorrência de uma situação em que a instituição não seja possível honrar seus compromissos, em virtude do descasamento entre ativos e passivos.

A gestão de risco de liquidez é efetuada pela área de Riscos através de monitoramento diário levando-se em consideração horizontes de curto, médio e longo prazo. Neste monitoramento são feitas previsões de saídas de recursos, sejam em virtude de novas operações, vencimento ou liquidação de operações passivas.

A Tesouraria e a Diretoria recebem diariamente estes relatórios, de modo que possam acompanhar e tomar as decisões pertinentes ao nível de liquidez da instituição.

RISCO OPERACIONAL

É a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos.

O mapeamento de riscos operacionais é feito pela Auditoria Interna, sendo que os riscos abaixo foram determinados como primeiro nível:

• Fraude interna;

• Fraude externa;

• Falhas na execução, cumprimento de prazos e gerenciamento das atividades na instituição;

• Demandas trabalhistas e segurança deficiente do local de trabalho;

• Que acarretem a interrupção das atividades da instituição;

• Danos a ativos físicos próprios ou em uso pela instituição;

• Práticas inadequadas relativas a clientes, produtos e serviços;

• Falhas em sistema de tecnologia da informação.

A gestão do risco operacional inerente à determinada atividade é realizada pelo próprio gestor da área, sendo que cabe à área de Riscos a gestão consolidada do Risco Operacional.

Todas as áreas devem trabalhar em conjunto com a área de Riscos e Controles Internos de modo a construírem modelos de controles internos suficientes para mitigação do risco observado, de forma que tal risco passe a ser aceitável pela instituição.

Para o cálculo da parcela do Patrimônio Exigido de Referência (PRE) referente ao risco operacional, a BRK Financeira utiliza a Abordagem do Indicador Básico (RWAOPAD).

RISCO SOCIOAMBIENTAL

É a possibilidade de impactos socioambientais negativos, tanto internamente como de clientes, de modo a impedir a geração de oportunidades de desenvolvimento sustentável de práticas responsáveis.

A mitigação busca perenidade e sustentabilidade em seus negócios e atividades.

Neste sentido, e em consonância com a Resolução 4.327, que dispõe sobre diretrizes a serem observadas no estabelecimento e implementação da Política de Responsabilidade Socioambiental pelas instituições financeiras, a BRK Financeira estabelece seus princípios e diretrizes para nortear suas atividades perante o público interno e externo de modo sustentável.

GERENCIAMENTO DE CAPITAL

Conforme determinado pela Resolução CMN 3.988/11, o processo Gerenciamento de Capital é realizado pela área de Controladoria.

Este processo baseia-se na avaliação contínua sobre a necessidade ou não de capital adicional elegível à Patrimônio de Referência (PR), de modo a suportar as operações da instituição. As projeções futuras levam em conta todos os componentes de conhecimento na data, tais como: alterações em despesas administrativas futuras referentes às contratações e/ou demissões, investimentos, metas de carteiras passivas e ativas, atuação em mercados que serão explorados no futuro, entre outros.

Mensalmente, por conta da apuração de resultado referente ao período, é realizada reunião com a Diretoria para apresentação dos números.

A área realiza atualização das projeções com base nas informações obtidas do mês em questão e analisa a necessidade de reportar à Presidência.

RESPONSABILIDADE DA DIRETORIA

• Promover a cultura de gestão de riscos dentro da instituição;

• As informações divulgadas neste relatório;

• Revisar e aprovar quando necessário e no mínimo anualmente as políticas inerentes às informações tratadas neste relatório.

Faça o download da Estrutura de Gerenciamento de Riscos e Capital.

Faça o download da Política de Risco Socioambiental.